quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

SOFTWARES EDUCATIVOS


 
 
 
 
 
 

                O texto abaixo retirado do endereço citado, revela que apenas na apresentação deste é citado 75 softwares educativos de Matemática, voltados para o Ensino Fundamental.
              Pesquisando na Internet constata-se que há uma infinidade de Softwares educativos voltados para os saberes das mais diferentes áreas do conhecimento, quais sejam, música, dança, portugues, braile, linguas, artes plásticas de diversas possibilidades (escultura, pintura em tela, texturas, etc), historia, educação ambiental, para o ensino de geografia então há conteúdos atualizados dos novos planetas por exemplo, enfim há conteúdos para todas as séries em todas as disciplinas e nas mais diferentes formas de aplicação de conteúdos. Há softwares com jogos multicoloridos e divertidos (que ensinam enquanto divertem e entretem), com vídeos ilustrativos, com animações explicativas, com desenhos interativos, conteúdos animados, há de tudo um pouco para auxiliar no ensino que quaisquer disciplinas escolares. Cabe ao professor que decide e tem à sua disposição esse recurso, usar ou não esses softwares. Cabe ainda ao professor se manter atualizado e conectado com os novos lançamentos e novidades que dizem respeito à sua área de atuação com seus alunos.
 
 
 
 
 
 
 
Os softwares educativos podem contribuir na construção do conhecimento ?


As novidades tecnológicas e a grande variedade de

softwares educativos disponíveis na rede mundial de computadores podem contribuir de forma expressiva para facilitar o processo ensino-aprendizagem e oferecer para o professor diferentes e enriquecedoras alternativas didáticas auxiliares. Muitos softwares educacionais estão se tornando uma solução reveladora e interessante, à medida que são empregados nas mais variadas situações tais como em simulações, que substituem sistemas físicos reais da vida profissional e testam diferentes alternativas de otimização desses sistemas. Além disto, podem também contribuir na estimulação do raciocínio lógico e, conseqüentemente, da autonomia, à medida que os alunos podem levantar hipóteses, fazer inferências e tirar conclusões, a partir dos resultados apresentados.
 
 
É relevante a colocação de Bonilla (1995, p. 68)

... para que um
software promova realmente a aprendizagem deve estar integrado ao currículo e às atividades de sala de aula, estar relacionado àquilo que o aluno já sabe e ser bem explorado pelo professor. O computador não atua diretamente sobre os processos de aprendizagem, mas apenas fornece ao aluno um ambiente simbólico onde este pode raciocinar ou elaborar conceitos e estruturas mentais, derivando novas descobertas daquilo que já sabia.
 
 
 
Software educativo de matemática para séries iniciais do ensino fundamental

Existe atualmente uma infinidade de materiais disponíveis que foram elaborados para explorar conteúdos no ambiente virtual como forma de dinamizar aulas de Matemática, o que torna necessário realizar estudos e reconhecer os diversos softwares educativos e sua classificação para que possam ser aplicados, com sucesso, como recurso didático para apoiar, reforçar ou complementar as aulas teóricas.
Apresenta-se a seguir uma sinopse dos 75

Softwares educativos de Matemática, voltados para o Ensino Fundamental de primeira a quarta série, disponível na Internet.





Berenice de Oliveira Bona

Universidade Luterana do Brasil

Unidade Universitária de Carazinho, Br 285 99500-000 - Carazinho, RS - Brasil
disponível em:
 
 
 






 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

MODULO III - TEXTO 2 - ATIVIDADE AVALIATIVA

 


Por que as crianças são tão fascinadas pelas telas

             com conteúdos digitais?
 
 
 
              As mídias influenciam as aprendizagens e comportamentos por possuir botões e funções especiais muito interessantes que tornam o brincar e o aprender bastante dinâmico e o mais real possível.
 
               As crianças percebem as mensagens midiáticas à sua maneira significando-as e misturando ficção com realidade. Elas atribuem vida e poder aos personagens das telas, com quem estabelecem vínculos afetivos. (vínculos afetivos esses que nem sempre é possível na escola face a alta rotatividade de professores o que dificulta muitas vezes a aprendizagem).  
                     
                As crianças são tão fascinadas pelas telas com conteúdos digitais porque a relação com a mídia eletrônica é prazerosa – ninguém obriga que ela ocorra; é uma relação feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa, aprendem vendo as histórias que os outros lhes contam. Mesmo durante o período escolar, a mídia mostra o mundo de outra forma – mais fácil, agradável, compacta, sem precisar fazer esforço. Ela continua educando como contraponto
à educação convencional, educa enquanto as mantem  entretidas.
 
              Aquilo que é aprendido pelo esforço próprio da criança tem mais significado para ela e se adapta melhor às suas estruturas mentais, ou seja, a criança aprende melhor através de aprendizagens significativas, um saber no qual seu conhecimento prévio seja levado em consideração. Nesta filosofia, não se enquadra a aprendizagem passiva ainda hoje em voga nas escolas.
 
              As crianças são tão fascinadas pelas telas com conteúdos digitais, porque esses conteúdos muitos deles incentivam o pensar, e permitem a liberdade de ação, não são conteúdos engessados, possuem animação, permitem interatividade, a intervenção da criança no desenrolar da atividade, estimulam a curiosidade, permitem muitas atividades simultaneamente, há recompensas satisfatórias pelo êxito, enfim por meio ou através das telas as crianças alcançam prazer sem esforço (diferentemente do que ocorre na escola).  
 
 


 

MODULO III - TEXTO 1 - RESUMO

               No módulo III  texto 1 é solicitado que se faça um resumo no local indicado:

[Digite aqui o resumo do documento. Em geral, o resumo é uma breve descrição do conteúdo do documento.Digite aqui o resumo do documento. Em geral, o resumo é uma breve descrição do conteúdo do documento.]
Ivanilson Costa

Ocorre que no próprio espaço do módulo isso não é possível de ser feito, então, faço aqui o que foi solicitado. Mas  sugiro que seria interessante fosse corrigido essa maneira de se fazer o que é solicitado, já que da forma como está sendo veiculado o curso, não se pode atender à solicitação feita.


RESUMO:Este texto apresenta a abordagem teórica do aspecto  lúdico da inserção das novas tecnologias na educação, destacando a formação de professores, alfabetização e a relação das crianças com as NTIC.  Traz ainda a importância da informática na prática educativa, compreensão da relevância da formação continuada, referente a utilização das NTIC,  dos professores, conceito de alfabetização digital, o papel das mídias e a relação destas com as crianças. 
                







 ATIVIDADE AVALIATIVA
Faça um fichamento breve sobre o que foi visto no texto, depois publique no blog.


PUBLICANDO O FICHAMENTO

1:- Escola: lugar dinâmico.
“Há muitas escolas que não passam de jacarés. Devoram as crianças em nome do rigor, do ensino apertado, de boa base, de preparo para o vestibular. É com essa propaganda que elas convencem os pais e cobram mais caro... Mas, e a infância? E o dia que não se repetirá nunca mais?”. (ALVES, 2001). Nesse sentido, Rubem Alves concorda que a escola não é só lugar de transmissão de conhecimentos, mas sim um lugar dinâmico onde se aprende de forma natural e evidencie as características e as fases de desenvolvimento dos alunos.
COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.

 

2:- Ensinar e aprender: são grandes desafios hoje.
Para Moran (2001) ensinar e aprender são desafios que se apresentam a nós em todas as épocas e principalmente agora em que estamos vivendo em plena era da informação, onde a mídia e a internet ocupam um espaço significativo na sociedade.  
COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.

 
3:- Informática flexibiliza aprendizagem
Para Mercado (2002) “a informática, quando aplicada ao ensino, traz flexibilidade na aprendizagem e une teorias e práticas”. A informática educativa, no entanto, não deve ser tratada como a redentora da educação, mas sim como mais um elemento importante na superação dos limites da escola.
COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.

 
4:- Relevância da formação continuada.
É fundamental que o professor conheça os fins da utilização das NTIC no ambiente escolar, seja o fim pedagógico ou o fim  técnico. Segundo Neitzel (1999) o computador deve ser utilizado como ferramenta auxiliar do professor.
 COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
 Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.
 

5:- Conceito de alfabetização digital.
Alfabetização digital é ter um domínio funcional das tecnologias de leitura e da escrita para se ter acesso ao conhecimento, imprescindível na Sociedade da Informação.
COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.
 
6:- Crianças e a relação com as NTIC.
O aprendizado na primeira infância é o mais significativo para a criança, nesse período o seu cérebro assimila muitas informações e se desenvolve cognitivamente. Não se trata de condicionamen to, mas de uma sensibilização, conscientização, por parte dos educadores para que o indivíduo possa utilizar as ferramentas tecnológicas de forma a construir conhecimentos e habilidades importantes, sem dispensar, necessariamente, a diversão que propõem essas tecnologias.
COSTA,Ivanilson. Novas Tecnologias na Educação. GPEC, 2013.
Disponível em:http://gpeconline.tempsite.ws/moodle/file.php/255/TB_texto_I_-_modulo_III.pdf >Acesso em 23/fev/2013.







                           

domingo, 10 de fevereiro de 2013

MÓDULO II - A EVOLUÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA - TEXTO 2







    O USO DO INTERNETÊS NAS ESCOLAS







                      Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos convencionados, sonoros, gráficos, gestuais etc.
(conforme texto do profº autor do curso Ivanilson Costa).
Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos convencionados, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies ou tipos: linguagem visual, corporal, gestual, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos. Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos, ideias, significados e pensamentos.

                   Sendo o internetês uma linguagem, e uma  realidade presente no alunado em geral nos dias de hoje, o desafio que hora se apresenta aos professores e à Educação é a extinção da dicotomia teoria&prática (como já citado na postagem anterior) no que tange o mito da proibição do internetês na escola. Mas em qual instância da escola é oficialmente aceita essa linguagem? Não há brecha no currículo escolar que permita seu uso. Já que a lingua culta escrita cobrada oficialmente por exemplo no exame vestibular não permite seu uso.
                  Considerando que o internetês é  uma linguagem usada precocemente em massa pelos estudantes, há que se tornar os professores com-e-cientes do preconceito linguístico. Se usado adequadamente dentro do contexto de uma questão pedagógica que oportuniza o uso do internetês, não há porque uma objeção na sua aceitação, desde que sua colocação não coloca em risco a objetividade da lingua culta.
                     Escritores atuais e modernos vem utilizando com frequência termos tidos como internetês, e que são aceitos por estarem sendo citados dentre de um contexto condizente com aquilo que o escritor quer dizer.  
                     É assim dessa forma lenta que as regras vão mudando. Futuramente, mesmo fora do texto digital, muitas palavras  do vocabulário internetês serão aceitas ainda que extra oficialmente.
                     Para um aprofundamento da compreensão do preconceito linguístico segue sugestão:         http://cerebropedagogico.blogspot.com.br/2012/03/resenha-livro-preconceito-linguistico.html
                     
                    A instância escolar onde se revela a prática massiva do uso do internetês é quando o aluno faz uso do celular, do tablet, do iphone,ipad, etc. seja no horário durante a aula, antes ou depois dela. O desafio da educação é: como aproveitar esse conteúdo de suas comunicações usando internetês em conteúdos que promovam o conhecimento alicerçado na lingua culta que é a oficialmente cobrada socialmente nos eventos estudantis, trabalhistas, jurídicos, etc.?                    




                                                                                                    

MÓDULO II - A EVOLUÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA


O desafio que ora se apresenta à Educação no Brasil é a superação da dicotomia teoria&prática. 
                  Alguns saberes na área das tecnologias já são ofertados a poucos professores. Mas essa aquisição de conhecimento fica restrita ao individual do profissional da Educação, na medida em que a rede de ensino não acompanha a disponibilização física de equipamentos que permitam o desenvolvimento e aplicação das tecnologias com os estudantes nas escolas.
Então o que ocorre é um distanciamento da evolução concreta real do avanço tecnológico mundial, descompaçado completamente do ritmo lento das escolas.
                  O aluno vive nesse momento esse descompaço. Aulas lhe são ministradas com a utilização de quadros de giz, enquanto já é possível assistir online vídeo aulas até de universidades e escolas da Europa por exemplo.Para complementar essa ideia sugiro:http://zeluisbraga.wordpress.com/2011/01/24/sincronismo-saladeaula-novasgeracoes/
               A tão falada motivação tem sido usada pelos professores como ferramenta de aprendizagem, quando impossibilitados de aplicar atividades na própria escola, planejam para os alunos atividades de pesquisa escolar, visando elaborar tarefa de casa, dando oportunidade àqueles que possuem essa condição, de realizarem e atenderem a realização da tarefa de casa.
                  Sem entrar no mérito da questão, nem falaremos dos alunos que sem posse, não possuem em computador em casa, por exemplo, como farão a tarefa? O que já é outra questão.
                   Atualmente, a tecnologia está presente em todos os setores da sociedade, e é sim e verdadeiramente definitivo um componente social importante na vida moderna.
                  A escola deve, contudo servir de ponte entre a exclusão e a inclusão digital promovendo as modificações de origem social existentes no seu âmago.
                  A inserção das novas tecnologias na educação não deveria ter como motivo principal a “onda” e/ou modismo de estar visível na rede. Para tão somente aparentar estar atualizada com as inovações tecnológicas, que é o que mais acontece com a rede de ensino. Mas.  Pela razão fundamental, essencial de utilizá-las para produção/facilitação na produção do conhecimento.
 
 
 
Comentários: O que se percebe é que o Estado Brasileiro ainda está muito aquém dos países chamados de primeiro mundo no que se refere aos investimentos em educação. Não dá para não citar o pequeno investimento em educação por parte do governo. Pois um maior investimento proporcionaria a aquisição ao menos de equipamentos de informática nas escolas para uso dos alunos. Com isso aumentaria a inclusão digital propalada pelo poder público, que na prática ainda não se realizou. A inclusão digital diga-se de passagem, não deve ser apenas a aquisição física de equipamentos. Mas o uso racional e planejado  das informações continadas na rede para produção do conhecimento. Que é para isso que ela é útil quando alamos do processo ensino aprendizagem nas escolas.