domingo, 10 de fevereiro de 2013

MÓDULO II - A EVOLUÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA - TEXTO 2







    O USO DO INTERNETÊS NAS ESCOLAS







                      Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos convencionados, sonoros, gráficos, gestuais etc.
(conforme texto do profº autor do curso Ivanilson Costa).
Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos convencionados, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies ou tipos: linguagem visual, corporal, gestual, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos. Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos, ideias, significados e pensamentos.

                   Sendo o internetês uma linguagem, e uma  realidade presente no alunado em geral nos dias de hoje, o desafio que hora se apresenta aos professores e à Educação é a extinção da dicotomia teoria&prática (como já citado na postagem anterior) no que tange o mito da proibição do internetês na escola. Mas em qual instância da escola é oficialmente aceita essa linguagem? Não há brecha no currículo escolar que permita seu uso. Já que a lingua culta escrita cobrada oficialmente por exemplo no exame vestibular não permite seu uso.
                  Considerando que o internetês é  uma linguagem usada precocemente em massa pelos estudantes, há que se tornar os professores com-e-cientes do preconceito linguístico. Se usado adequadamente dentro do contexto de uma questão pedagógica que oportuniza o uso do internetês, não há porque uma objeção na sua aceitação, desde que sua colocação não coloca em risco a objetividade da lingua culta.
                     Escritores atuais e modernos vem utilizando com frequência termos tidos como internetês, e que são aceitos por estarem sendo citados dentre de um contexto condizente com aquilo que o escritor quer dizer.  
                     É assim dessa forma lenta que as regras vão mudando. Futuramente, mesmo fora do texto digital, muitas palavras  do vocabulário internetês serão aceitas ainda que extra oficialmente.
                     Para um aprofundamento da compreensão do preconceito linguístico segue sugestão:         http://cerebropedagogico.blogspot.com.br/2012/03/resenha-livro-preconceito-linguistico.html
                     
                    A instância escolar onde se revela a prática massiva do uso do internetês é quando o aluno faz uso do celular, do tablet, do iphone,ipad, etc. seja no horário durante a aula, antes ou depois dela. O desafio da educação é: como aproveitar esse conteúdo de suas comunicações usando internetês em conteúdos que promovam o conhecimento alicerçado na lingua culta que é a oficialmente cobrada socialmente nos eventos estudantis, trabalhistas, jurídicos, etc.?                    




                                                                                                    

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